Pesquisa inédita detalha o perfil dos Personal Trainers no Brasil

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Realizada pelo Portal de Educação Física pela rede Test Trainer e com o apoio da Sociedade Brasileira do Personal Trainer (SBPT), uma pesquisa, de abrangência nacional, traça o perfil do profissional de educação física que atua como personal trainer.

O estudo teve como objetivo traçar um cenário deste mercado com informações precisas sobre as formações acadêmicas, experiências profissionais, remunerações, entre outros dados.

Os profissionais de educação física tiveram que preencher um questionário com perguntas objetivas sobre a profissão. Foram enviados 2.307 questionários e 1.441 foram validados. Os resultados mostraram uma predominância masculina da atividade de personal trainer: 69% dos que mandaram as respostas eram homens e 31% mulheres.

No que se refere à faixa etária, 17% estão na faixa entre 20 e 25 anos, 36% têm de 26 a 30, 25% de 31 a 35, 11% de 36 a 40, e apenas 6% de 41 a 45 anos. Todos os profissionais são bacharelados com licenciatura ou licenciatura plena e 50% deles fizeram uma pós-graduação. Quase metade, isto é, 47% dos entrevistados possui alguma especialização em marketing ou administração de empresas.

Sobre as experiências profissionais, 46% atuam como professor de musculação, há mais de cinco anos; 28% de dois a cinco anos; 22% de um mês a dois anos; 4% não têm nenhuma experiência. Atuam como orientadores de ginástica há mais de cinco anos, 17%; de dois a cinco anos, 16%; de um mês a dois anos, 28%; enquanto 39% não possuem nenhuma experiência. São instrutores de natação: acima de cinco anos, 8%; de dois a cinco anos, 11%; de um mês a dois anos, 29%; e 52% não têm essa experiência. Atuam como personal trainers: acima de 10 anos, 11%; de seis a dez anos, 19%; de dois a cinco anos, 35%; de um mês a dois anos, 31%; e 4% não têm nenhuma experiência. Mais da metade – 51% – dos que exercem a profissão de personal trainers dão aulas em academias, clubes ou projetos sociais, enquanto que 11% dão aulas em escolas, e os demais em locais variados.

A crescente demanda por professores em academias, casas e condomínios também foi registrada – cerca de 20% trabalham nestes locais, 11% na própria residência do aluno, 48% em academias convencionais, 11% em estúdios ou clínicas e 7% em locais públicos, como parques e 3% em outros locais.

Outra curiosidade é sobre como os profissionais se enxergam com relação à estética. Se 63% responderam que estão no peso padrão, cerca de 20% afirmaram estar acima do peso.

No tocante às dificuldades encontradas pelos profissionais no mercado, 36% apontaram concorrência desleal por preços praticados por alguns profissionais que cobram bem abaixo do que as taxas habituais, enquanto que 25% encontram dificuldades em negociar ou vender seus serviços.

Os preços praticados destoam muito, conforme a região – 20% cobram de R$ 21 a R$ 30 a hora-aula, 22% de R$ 31 a R$ 40, 18% de R$ 41 a R$ 50 e 11%, de R$ 51 a R$ 60. Acima destes valores, os percentuais somados correspondem a 23% (profissionais que cobram de R$ 61 até R$ 120 a aula), enquanto abaixo de R$ 20,00 ficam 6%.

Estas mesmas variáveis encontram-se na faixa salarial de um personal trainer: 26% afirmaram que ganham menos que R$ 1.000 e apenas 12% responderam ter um salário entre R$ 2.500 e R$ 3 mil. Acima dos R$ 5 mil, somente 9% dos entrevistados.

Fonte:Jornal O Estado de São Paulo

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